Que o homem é a mais nobre das criaturas, pode inferir-se de nenhuma outra ter contestado tal afirmação.
Amador
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“I'm not afraid of dying; I'm afraid of pain.” (Amateur, Hal Hartley)
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Comentários
Anónimo disse…
What can I say?... I'm not afraid of pain. I'm afraid of not living and not feeling nothing... You know... I have a thing about things. Some people, they don’t have a thing about nothing.
Que será feito daqueles restos de saudade, destes medos antigos sempre novos? Em que voltas desaparecerão os sonhos que enfeitaram de flores o quintal antigo? Por que caminhos irão andar aqueles ágeis pés? Sobretudo, como se esvaziará de som a velha voz e onde afundará o último verde daquela flama esguia?
In: RENAULT, Abgar. Obra poética. Rio de Janeiro: Record, 1990. Poema integrante da série O Rio Escuro.
Beijo-te,
Anónimo disse…
Desde que nos deixaste o tempo nunca mais se transformou Não rodou mais para a festa não irrompeu Em labareda ou nuvem no coração de ninguém. A mudança fez-se vazio repetido Depois o tempo nunca mais se abeirou da promessa Nem se cumpriu E a espera é não acontecer — fosse abertura — E a saudade é tudo ser igual.
Comentários
I'm not afraid of pain. I'm afraid of not living and not feeling nothing...
You know... I have a thing about things. Some people, they don’t have a thing about nothing.
Abraço-te,
Abraço-te,
destes medos antigos sempre novos?
Em que voltas desaparecerão os sonhos
que enfeitaram de flores o quintal antigo?
Por que caminhos irão andar aqueles ágeis pés?
Sobretudo, como se esvaziará de som a velha voz
e onde afundará o último verde daquela flama esguia?
In: RENAULT, Abgar. Obra poética. Rio de Janeiro: Record, 1990. Poema integrante da série O Rio Escuro.
Beijo-te,
Não rodou mais para a festa não irrompeu
Em labareda ou nuvem no coração de ninguém.
A mudança fez-se vazio repetido
Depois o tempo nunca mais se abeirou da promessa
Nem se cumpriu
E a espera é não acontecer — fosse abertura —
E a saudade é tudo ser igual.
Daniel Faria
Abraço-te com saudades,